10 arquiteturas de agentes que agem em produção
- ⬜🔎 10 arquiteturas de busca e conhecimento interno (RAG)(100 Arquiteturas de IA na AWS)
Recomendamos completar os pré-requisitos antes de seguir, mas nada te impede de continuar.
O que une estas dez arquiteturas
A diferença entre assistente e agente não é o modelo: é que o agente age. E agir muda a engenharia por completo, porque o erro deixa de ser uma resposta ruim e passa a ser um efeito no mundo — um pedido cancelado, um valor alterado, um e-mail enviado. As dez arquiteturas desta família tratam esse deslocamento.
O ponto que quase nenhum diagrama de agente mostra: quem executa a ferramenta é o seu código. O modelo devolve a intenção de chamar; a execução, a validação do argumento, o limite de permissão e o teto de voltas são todos seus. É por isso que a fronteira de segurança de um agente é o adaptador, nunca o prompt.
| # | Problema | A decisão que transfere |
|---|---|---|
| 31 | Decisão logística que levava horas | Redução de 90% no tempo de decisão vem de o agente ter acesso ao estado real, não de ele "pensar melhor" |
| 32 | Cinco produtos agênticos que precisam ir do protótipo à produção | Runtime gerenciado encurta semanas de infraestrutura; o que ele não resolve é o critério de parada da sua tarefa |
| 33 | Pesquisa de medicamento com etapas manuais | Agente em pesquisa é orquestrador de ferramenta especializada, não substituto do especialista |
| 34 | Triagem de alerta de segurança consumindo horas de analista | 23× de economia com 95% de acerto: o ganho é triar o volume, e o analista fica no que sobrou |
| 35 | Ingestão de fonte de dado que levava semanas | De até 8 semanas para cerca de 40 minutos: o ganho é em trabalho repetitivo de descoberta de esquema |
| 36 | Compliance em saúde com seis produtos separados | Consolidar em um agente com muitas ferramentas vence seis agentes com uma cada — menos contexto duplicado |
| 37 | Agente que precisa agir em sistema legado | Quem executa a ferramenta é o seu código: a fronteira de segurança é o adaptador, não o prompt |
| 38 | Agente entra em laço e consome orçamento | Vazio é ambíguo e o modelo tenta de novo. "Nenhum resultado" encerra o laço |
| 39 | Ação irreversível disparada por decisão automática | Separar ferramenta de leitura e de escrita é o que permite permissão granular |
| 40 | Agente de evento que precisa reagir a mudança | Agente orientado a evento troca consulta periódica por reação — e reduz custo de ociosidade |
31. Decisão logística que levava horas
Decidir como remanejar uma carga levava horas porque a informação estava em quatro telas: estoque, rota, prazo e custo de frete. O analista não pensava devagar — ele passava o tempo coletando o que precisava para pensar.
- → carga atrasada em X
- → sessão + ferramentas
- → origem e destino
- → centro de distribuição
- → número do pedido
- → consulta de rota
- → consulta de saldo
- → consulta de prazo
- → estado real
- → opção recomendada + justificativa
- Fora da AWS
- IA e machine learning
- Compute
Agente decide rápido porque tem acesso ao estado real em segundos — o ganho é de coleta, não de raciocínio. E começar por recomendar, com o humano executando, entrega a maior parte do valor com uma fração do risco.
- O gargalo era coleta, não raciocínio. Quatro telas, quatro logins, dados que não batem. O agente com ferramentas faz a coleta em segundos — e é daí que vem a redução de tempo, não de o modelo raciocinar melhor que a pessoa.
- Uma ferramenta por pergunta, não uma que faz tudo. Ferramentas de escopo estreito são testáveis, cacheáveis e autorizáveis separadamente. A ferramenta genérica "consultarSistema" transfere a decisão de escopo para o prompt.
- A justificativa é parte da saída. Recomendação sem o porquê não é aceita por quem responde pela decisão. O agente devolve a opção e o raciocínio comparativo entre as alternativas.
- Leitura antes de escrita. Nesta primeira etapa o agente recomenda e a pessoa executa. Ganha-se a maior parte do tempo com uma fração do risco — e cria-se o histórico que justifica automatizar depois.
- Modelo intermediário é o ponto de equilíbrio. A tarefa exige comparar alternativas com trade-off, o que pede capacidade; mas roda dezenas de vezes por hora, o que pede custo. Sonnet fica no meio por isso.
32. Produtos agênticos que precisam sair do protótipo
Cinco protótipos funcionam no notebook e nenhum vai a produção. O que falta não é o modelo: é sessão que sobrevive a reinício, identidade por usuário, rastro por chamada de ferramenta, isolamento entre execuções e teto de gasto. Cada time estava construindo os cinco de novo.
- → os cinco usam o mesmo runtime
- → estado da sessão
- → identidade do usuário
- → um trecho por ferramenta
- → executa
- → define o fim
- → mede
- IA e machine learning
- Conceito de arquitetura
- Segurança e identidade
- Gestão e governança
- Fora da AWS
Runtime gerenciado resolve o encanamento que cinco times estavam construindo cinco vezes. O que ele não resolve — critério de parada, avaliação da tarefa e validação de argumento — é justamente o que diferencia um agente que funciona.
- Cinco times construíam o mesmo encanamento. Sessão, identidade, rastro e isolamento não são diferencial de produto nenhum. Centralizar isso é a economia real — semanas por produto.
- Memória que sobrevive a reinício. Agente que perde o estado quando o contêiner recicla obriga o usuário a recomeçar. É o defeito que mais mata adoção depois do lançamento.
- Identidade por usuário, não por serviço. Se todas as chamadas usam a mesma credencial de serviço, o rastro não diz quem pediu e a permissão não pode ser por pessoa.
- O critério de parada continua sendo seu. O runtime não sabe quando a sua tarefa está concluída. Sem esse critério explícito, o agente para por teto de passos — que é acidente, não decisão.
- Avaliação por produto, não pela plataforma. Cada agente tem sua definição de boa execução. Plataforma comum não produz critério comum de qualidade.
33. Pesquisa com etapas manuais repetitivas
O pesquisador gasta a maior parte do tempo buscando em bases científicas internas, cruzando resultados e formatando tabelas — não interpretando. O trabalho intelectual é o menor pedaço do dia, e é o único que não deveria ser automatizado.
- → hipótese a investigar
- → consulta estruturada
- → filtro por protocolo
- → busca semântica
- → resultados de composto
- → resultados de ensaio
- → trechos de literatura
- → tabela + divergências
- → tabela revisada
- Fora da AWS
- IA e machine learning
- Compute
Em pesquisa, o agente é orquestrador de ferramenta especializada — não substituto do especialista. O ganho está no trabalho repetitivo de coleta e formatação, e a divergência entre fontes é o que ele deve destacar.
- O agente coleta; o especialista interpreta. Automatizar a coleta libera o dia para a interpretação. Automatizar a interpretação produz conclusão que ninguém assina.
- Cada base é uma ferramenta com o filtro dela. Consulta estruturada por composto e busca semântica em literatura são operações diferentes. Uma ferramenta genérica perderia o filtro que cada base oferece.
- Divergência entre fontes é o achado mais valioso. Quando duas bases discordam, é isso que o pesquisador quer ver primeiro. Resumo que harmoniza a diferença esconde exatamente o que importa.
- A saída é tabela, não prosa. O produto do trabalho é comparável e conferível. Prosa fluente exige releitura da fonte para conferir cada linha.
- Grupo de ação é o adaptador para a base. Quem consulta é a sua função, com o argumento validado contra o esquema da base. O modelo pede; o código monta a consulta.
34. Triagem de alerta de segurança consumindo horas
Chegam milhares de alertas por dia e a maioria é ruído conhecido. O analista gasta o turno abrindo alerta, consultando três sistemas para saber se é real e fechando como falso positivo — e o alerta que importava fica na fila.
- → achado bruto
- → alerta da fila
- → consulta o ativo
- → contexto do ativo
- → alerta + contexto
- → classe + confiança
- → exige julgamento
- → ruído conhecido
- Segurança e identidade
- Compute
- Fora da AWS
- IA e machine learning
- Conceito de arquitetura
Em triagem, o ganho é triar: o volume de ruído sai da fila e o analista fica com o que exige julgamento. O risco a monitorar não é o falso positivo que sobrou — é o falso negativo que foi fechado sozinho.
- O enriquecimento é o que torna a triagem possível. Alerta cru não diz se o ativo é crítico nem se aquilo já aconteceu antes. Sem contexto, a triagem é chute — do modelo e do humano.
- O ganho é de volume, não de substituição. O analista continua decidindo os casos difíceis. O que muda é que ele para de gastar o turno fechando ruído conhecido.
- Fechamento automático com justificativa. Fechar sem registrar o porquê é apagar a trilha. A justificativa é o que permite auditar a triagem e corrigir a regra depois.
- A criticidade do ativo entra na regra. O mesmo alerta em servidor de teste e em base de produção tem consequências diferentes. A regra combina confiança do modelo com criticidade.
- Falso negativo é o risco que se monitora. Amostrar o que foi fechado automaticamente e revisar é o que mede o erro perigoso — o que não aparece na fila de ninguém.
35. Ingestão de fonte de dados que levava semanas
Integrar cada nova fonte levava semanas, e a maior parte do tempo era descobrir o que os campos significam, que tipo têm, onde vêm nulos e como se relacionam. Trabalho de detetive, repetido do zero em cada fonte nova.
- → poucos milhares de linhas
- → valores para perfilar
- → estatística por coluna
- → sessão com rastro
- → proposta de pipeline
- → pipeline proposto
- → aprovado
- Fora da AWS
- Conceito de arquitetura
- IA e machine learning
- Compute
- Analytics
O ganho é em trabalho repetitivo de descoberta — perfilar, inferir tipo, propor transformação. A revisão humana continua no caminho porque inferência de esquema erra justamente no caso de borda que quebra o pipeline meses depois.
- Perfilagem antes de inferência. Nulos, cardinalidade e faixa de valor são fatos calculáveis. Dar esses números ao modelo é diferente de pedir que ele adivinhe pelo nome da coluna.
- A saída é código revisável. Pipeline gerado como código entra em revisão, versionamento e teste. Configuração gerada dentro de uma ferramenta opaca não entra em nenhum dos três.
- O engenheiro aprova, o agente propõe. Inferência de esquema erra em caso de borda — a coluna que é texto em 99% das linhas e número em 1%. Aprovação humana é o que impede isso de virar pipeline em produção.
- Amostra, não o volume inteiro. Alguns milhares de linhas revelam o esquema. Ler tudo custa caro e não acrescenta informação sobre estrutura.
- O rastro da inferência é o que permite corrigir. Quando o esquema inferido está errado, é preciso saber em que evidência o agente se baseou. Sem isso, a correção é adivinhação sobre adivinhação.
Uma ferramenta de agente devolve lista vazia quando não encontra registro. Qual a consequência mais provável?
36. Vários produtos separados fazendo o mesmo
Seis produtos de conformidade, seis agentes, seis prompts que repetem o mesmo contexto regulatório. O usuário precisa saber em qual falar, e a atualização de uma regra tem de ser feita em seis lugares — sendo que geralmente é feita em quatro.
- → consolidação
- → contexto regulatório único
- → chamada ao produto A
- → chamada ao produto B
- → chamada ao produto C
- → contexto regulatório
- Conceito de arquitetura
- IA e machine learning
- Compute
Consolidar em um agente com muitas ferramentas elimina contexto duplicado e o dever de o usuário escolher a porta. O limite é o tamanho do contexto: passando de algumas dezenas de ferramentas, roteie antes de descrever todas.
- Contexto duplicado é regra que envelhece em ritmos diferentes. Seis prompts com o mesmo trecho normativo divergem na primeira atualização. Um acervo consultado por um agente não tem como divergir de si mesmo.
- Uma ferramenta por produto, com permissão própria. Consolidar o agente não é consolidar a autorização. Cada ferramenta mantém o escopo do produto que ela representa.
- O usuário deixa de escolher a porta. Ter de saber em qual dos seis perguntar é fricção que reduz uso. Uma porta que roteia internamente resolve isso sem juntar os sistemas.
- O limite da consolidação é o contexto. Muitas ferramentas descritas no mesmo pedido encarecem cada chamada e confundem a escolha. Passando de algumas dezenas, roteie antes de listar.
- Um lugar para atualizar a regra. É o ganho operacional que sobrevive: mudança regulatória entra uma vez e vale para todos os produtos no mesmo instante.
37. Agente que precisa agir em sistema legado
O sistema que precisa ser alterado é um ERP de vinte anos, sem API moderna, onde uma escrita errada não tem desfazer. Dar ao agente acesso direto é inaceitável; não dar acesso nenhum torna o agente inútil.
- → intenção + argumentos
- → passou na forma
- → pode executar
- → executa uma vez
- → antes e depois da escrita
- → recusa explícita com o motivo
- IA e machine learning
- Compute
- Segurança e identidade
- Banco de dados
- Fora da AWS
- Gestão e governança
Quem executa a ferramenta é o seu código: validação, autorização e idempotência moram no adaptador. Nenhuma instrução no prompt substitui isso — e num sistema sem desfazer, a diferença é permanente.
- O modelo não executa — ele pede. A saída do modelo é dado: nome da ferramenta e argumentos. Quem executa é o seu código, e é ali que toda decisão de segurança cabe.
- Validar a forma antes da permissão. Argumento fora de faixa é recusado sem consultar autorização. Barato, determinístico e imune a qualquer instrução hostil no contexto.
- Papel por ferramenta. Se todas as ferramentas usam a mesma credencial, a permissão é a união de tudo que o agente pode fazer. Uma credencial por ferramenta é o que torna o menor privilégio possível.
- Idempotência porque a repetição é certa. Tempo esgotado, reentrega de fila, nova tentativa do agente. Sem chave, a mesma escrita acontece duas vezes num sistema sem desfazer.
- Recusa explícita, com o motivo. Devolver vazio faz o modelo tentar de novo. Devolver "campo X fora da faixa permitida" encerra o laço e ainda ensina a próxima tentativa.
38. Agente entra em laço e consome orçamento
A conta de inferência triplicou num dia. A causa: uma ferramenta que devolvia lista vazia quando não achava nada, o modelo interpretava como falha transitória e tentava de novo — dezenas de vezes, na mesma sessão, até o tempo esgotar.
- → chama
- → "nenhum resultado" — não vazio
- → interrompe
- → interrompe
- → interrompe
- → resultado parcial
- → passos e tokens da sessão
- IA e machine learning
- Conceito de arquitetura
- Gestão e governança
Laço de agente é quase sempre ferramenta ambígua, não modelo confuso. Resposta explícita encerra a decisão; teto de passos e de gasto no código são a rede que impede o resto de virar fatura.
- Vazio e "não existe" são coisas diferentes. Lista vazia pode significar falha, filtro errado ou ausência real. O modelo escolhe a interpretação otimista e tenta de novo. Dizer "nenhum resultado para este filtro" fecha a questão.
- O teto é do código, não da vigilância. Ninguém está olhando o painel às três da manhã. Teto de passos e de gasto por sessão são a única proteção que funciona sem alguém acordado.
- Repetição idêntica é sinal de laço. Mesma ferramenta, mesmos argumentos, terceira vez. Interromper aí é mais preciso que esperar o teto de passos — e mais barato.
- Encerrar com resultado parcial é melhor que encerrar seco. "Não consegui confirmar o estoque, mas a rota é esta" é útil. Interromper sem devolver nada joga fora o trabalho já pago.
- Passos por sessão é a métrica que revela. Custo total sobe por muitos motivos. Distribuição de passos por sessão mostra o laço no dia em que ele começa, não no fim do mês.
39. Ação irreversível disparada por decisão automática
O agente cancelou um pedido de verdade durante um teste, porque a mesma ferramenta que consultava também alterava. Não havia como liberar a consulta sem liberar a alteração — a ferramenta era uma só.
- → sempre
- → consulta de pedido
- → propõe
- → aguarda
- → confirmado
- → executa
- → ação + quem confirmou
- IA e machine learning
- Compute
- Gestão e governança
- Fora da AWS
Separar leitura de escrita é pré-requisito de permissão granular — e a confirmação humana só funciona se mostrar o efeito concreto antes. O critério para exigir confirmação é reversibilidade, não importância.
- Uma ferramenta que lê e escreve não se autoriza pela metade. É a razão técnica de separar: permissão é por ferramenta. Juntas, liberar a consulta libera a alteração.
- A confirmação mostra o efeito antes de acontecer. "Cancelar pedido 8842, valor R$ 4.310, cliente X" é confirmável. "Executar ação?" não é — e quem confirma sem entender confirma tudo.
- Irreversível exige humano; reversível pode não exigir. O critério não é a importância: é a possibilidade de desfazer. Ação com desfazer barato pode ser automática, com alarme.
- Quem confirmou entra no registro. A trilha precisa do ator humano, não só do agente. É a diferença entre "o sistema cancelou" e "o supervisor autorizou o cancelamento proposto".
- Leitura liberada é o que mantém o agente útil. Restringir tudo por causa da escrita mata o valor. A separação é o que permite ser permissivo onde não há dano.
40. Agente que precisa reagir a mudança
O agente rodava a cada quinze minutos verificando se algo mudou. Na maior parte das execuções nada havia mudado — e ele pagava a chamada para descobrir isso. Quando algo mudava, a reação chegava com até quinze minutos de atraso.
- → mudança de estado
- → só o que casa com o padrão
- → qual o procedimento?
- → procedimento do caso
- → age
- → falhou
- → execuções e custo
- Fora da AWS
- Integração de apps
- IA e machine learning
- Compute
- Gestão e governança
Reagir a evento troca custo proporcional ao intervalo por custo proporcional ao que aconteceu — e derruba a latência de reação para segundos. O que a consulta periódica dava de graça e agora precisa ser desenhado é o destino do evento que falhou.
- Consulta periódica paga pelo intervalo, não pelo trabalho. Rodar a cada quinze minutos custa 96 execuções por dia mesmo em dia sem mudança nenhuma. O evento custa proporcional ao que aconteceu.
- O filtro fica no barramento, não no agente. Filtrar por padrão de evento antes de acordar o agente é ordens de magnitude mais barato que acordá-lo para ele decidir que não era relevante.
- O procedimento é recuperado, não codificado. O que fazer em cada tipo de mudança está no acervo de procedimentos. Muda sem alterar o agente.
- Evento que falhou precisa de destino. Sem fila de descarte, a falha desaparece — e ninguém sabe que a reação não aconteceu. É pior que o atraso da consulta periódica.
- A latência de reação cai para segundos. É o ganho de produto, além do custo: a ação acontece quando o fato acontece, não no próximo ciclo.
Perguntas frequentes
❓ Quem executa a ferramenta que o agente de IA chama?
❓ Como evitar que um agente de IA entre em laço e estoure o orçamento?
❓ Quando um agente de IA precisa de confirmação humana antes de agir?
Fixando
Por que separar ferramentas de leitura e de escrita num agente?
Um agente roda a cada 15 minutos verificando se algo mudou. Qual mudança melhora custo E latência ao mesmo tempo?
Próximo passo
A próxima família de arquiteturas é **Copiloto de engenharia e produtividade interna** — mesma estrutura: dez soluções, cada uma com o desenho completo e a decisão que ela transfere. Se o que falta é praticar em vez de ler — nenhum destes desenhos tem código, de propósito, porque quem constrói é a trilha 100 Laboratórios de Arquitetura AWS —, comece por um laboratório da família equivalente.
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