O que entra na janela decide o resultado — e a conta.
Engenharia de contexto é decidir o que ocupa a janela e em que ordem. Tem consequência dupla: atenção do modelo e custo de entrada, que é normalmente o maior item da fatura. A parte estável do prompt vindo primeiro é o que permite cache; instrução permanente escrita na mensagem do usuário se perde na chamada seguinte. Aqui também entram os limites: instrução é pedido, não garantia.
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É decidir o que o modelo recebe e em que ordem, para obter comportamento previsível. Na prática se divide em duas partes com destinos diferentes: instrução de sistema, que é regra permanente e não muda entre chamadas, e a mensagem daquela tarefa. Escrever regra permanente na mensagem do usuário é o erro mais comum — ela se perde na chamada seguinte e não se beneficia de cache.
Vale sempre que a parte estável do seu prompt for grande e reenviada com frequência — instrução de sistema e definição de ferramenta costumam ser o maior item da conta de entrada. A ordem importa mais que o resto: o trecho estável precisa vir primeiro, senão o cache não se forma. Com prompt pequeno e muito variável o ganho desaparece e não compensa a complexidade.
Para FORMATO, quase sempre sim: dois ou três exemplos da saída desejada ensinam mais que um parágrafo descrevendo-a. Para REGRA, a instrução é melhor — exemplo não comunica "nunca faça X". A combinação que funciona na prática é instrução curta para as regras e exemplos para a forma, nessa ordem.