HTTP, DNS, TLS, Git, Linux, memória e concorrência — a base que não envelhece.
A camada que continua igual embaixo de qualquer novidade. O que acontece entre digitar uma URL e ver a página, por que a restrição de origem é do navegador e não do servidor, o que o Git guarda de verdade, como o sistema operacional decide o que roda. É o que permite depurar em vez de tentar.
Agrupados pela trilha de origem — o tema atravessa 22 trilhas.
As consultas de maior intenção deste tema, respondidas aqui.
O nome é resolvido para um endereço, abre-se conexão, negocia-se cifragem, e só então a requisição HTTP é enviada com método, caminho e cabeçalhos. O servidor responde com código de estado, cabeçalhos e corpo. Quase toda decisão de comportamento — cache, formato, autenticação, permissão de origem — viaja em cabeçalho, e não no corpo. É por isso que depurar HTTP é ler cabeçalho.
Porque a restrição de origem é do NAVEGADOR, não do servidor. Ela existe para proteger o usuário de código que roda na página dele, e nenhuma ferramenta de linha de comando a aplica. Quem autoriza é o servidor de destino, pelo cabeçalho de permissão na resposta — configurar isso do lado de quem chama simplesmente não existe.
Reverter cria um commit novo que desfaz o anterior, então é seguro em histórico compartilhado. Redefinir move o ponteiro do ramo e pode descartar trabalho. A regra que evita estrago: em ramo publicado, reverta; redefina com descarte só no que ninguém mais baixou. Reescrever histórico compartilhado obriga todo o time a consertar a própria cópia.